quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Phalaenopsis





Costumo dizer que não tenho muita paciência para plantas demasiado delicadas, e estas são!

Precisam de bastante luz, e a minha casa está "fechada" 5 dias por semana.
Não gostam de substrato demasiado húmido, mas os únicos vasos que tinha disponíveis (ou onde realmente as queria mesmo colocar) eram estes copos de vidro (que também já serviram para suportes de velas). Tenho de controlar muito bem a quantidade de água que lhes dou, para não as afogar...

Mas estavam tão lindas!!!

Entretanto já perderam as primeiras flores mas devem de estar a gostar das condições que têm, porque estão cheias de rebentos novos.

Será desta que tenho orquídeas bonitas em casa?


segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Frio?




Não, não vos venho aconselhar a agasalhar nem tão pouco a optarem por bebidas e refeições quentes, venho contar-vos dois dos meus truques para escapar ao gelo da noite?

Quem nunca teve o vidro do carro congelado de manhã?
Embora tenha muito espaço onde estacionar o carro, opto por deixá-lo sempre de modo a que apanhe os primeiros raios de sol da manhã, para ajudar a "descongelar". 
Porque é que nem sempre resulta?
Porque à hora que saio de casa, o sol ainda mal apareceu...
O truque?
Sabem aqueles protectores de sol, que se colocam habitualmente por cima do tablier?
Experimentem colocar por fora, preso com as escovas.

Outro "mal" de quem mora em casas isoladas - vivendas/moradias - é a tubagem da água estar mais exposta. A mim nunca me aconteceu, mas tive vizinhos a quem a água congelou durante a noite no contador.
O meu truque?
Nunca nos deitamos antes da meia-noite, e a essa hora há sempre (pelos menos) uma descarga do autoclismo, e programo as máquinas para lavar durante a noite. 
Se precisarem lavar as duas, programo de modo a que a segunda comece quando a primeira está a acabar. 
Porquê? 
Se a água circular na tubagem, mais dificilmente congela!!




quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

Pescar com agulha de crochet





Adormecer Fechar os olhos com o tricot na mão, raramente dá bom resultado.
Quando acordei abri os olhos quase fiquei em choque. Ainda tentei arranjar, mas na altura só consegui piorar. "Espetei" 2 agulhas e fui dormir.

Hoje, de olho bem aberto, e em menos de 5 minutos, reparei (a porcaria que tinha feito).

Conheciam este truque?
Pescar os pontos do tricot com a agulha de crochet?



domingo, 7 de janeiro de 2018

Tolerância zero





Por cá acabou ontem a época das festas.

Com intervalos de uma semana, o Natal, a passagem de Ano e para terminar a festa de anos da afilhada.
A minha contribuição foi a tarte de lima (que este ano foi de limão), que já vai sendo um "clássico" nas festas.

A partir de hoje estou em tolerância zero aos açucares.
Não há sobremesas gulosas, não há gelados, não há bolachas.
Gostava de conseguir incluir mais um ou outro item nesta tolerância zero, mas já sei que se for demasiado brusca nas restrições que me (nos) quero impor, não seremos bem sucedidos.

Qual a melhor forma de resistir?
Deixar pura e simplesmente de comprar.
Se houver um pacote de bolachas ou de batatas-fritas em casa, a pensar que um dia destes vai fazer falta, o mais certo é ser devorado antes de realmente (?!?) fazer falta...

Estou a tentar focar-me no que introduzo na minha alimentação e não tanto no que retiro.
Acrescentar frutos secos ao lanche, faz-me esquecer das bolachinhas que retirei, por ex.

Dois registos deste inicio de ano:
O dia hoje começou com uma aula no ginásio. Foram 45 minutos de intenso prazer, a pedalar.
Podia ter dormido mais 1 hora?
Podia, mas não tinha o mesmo sabor.
O segundo, e ainda a propósito da festa de aniversário de ontem, na altura de cantar os parabéns foi, como é normal, preciso acender a vela do bolo...
Dos cerca de 20 adultos presentes ninguém tinha um isqueiro.
Aqueles que em tempos foram fumadores já deixaram de o ser.
Digo eu que é digno de registo, e de elogio.








sábado, 6 de janeiro de 2018

"preciso que me faças umas meias"




Já fiz mais de uma dezena de meias.

Para mim, para oferecer, para a filha (que apesar de lhe ter feito dois pares de minis continua sem as usar)...

A resposta do marido foi sempre - "não quero!"

Ontem disse-me - "preciso que me faças umas meias"

Será do frio que se faz sentir, ou venci-o pelo cansaço?




quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

O principio do fim





O Sr. carteiro hoje foi simpático e ao invés de contas para pagar, trouxe-me as agulhas que me faltavam para acabar este cós.

Está perto do fim, este casaco.

(a parede é castanha, as luzes amarelas e o casaco rosa - não é a melhor conjugação de cores para fotografar à noite, só com luz ambiente)

domingo, 31 de dezembro de 2017

Sugestão de apresentação





Não sou fanática por chocolate.
Mousse de chocolate nunca foi a minha sobremesa de eleição, mas houve um dia que me sugeriram provar com café moído...
Só posso dizer que é assim qualquer coisa de espectacular.
Mousse de chocolate continua a não ser uma das minhas sobremesas de eleição, mas se for acompanhado de um topping, pode muito bem ser a escolha.
Café moído, bolacha ralada, frutos secos picados grosseiramente ou até mesmo coco.
Já provaste?

A (uma das) sobremesa do jantar de hoje vai ser servida em copos.
Todos diferentes todos iguais.

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1
Feliz 2018



sábado, 30 de dezembro de 2017

a vida acontece no Alto do Vento





Custa sempre voltar a escrever quando se está ausente tanto tempo.

Nos últimos tempos o blog não me estava a fazer sentido.
O blog é meu, é certo que sou livre de escrever sobre o que me apetecer, mas não me estava a fazer sentido.

O pontinhos ao vento nasceu numa altura complicada da minha vida.
Tinha acabado de perder um bebé, estava na fase inicial do tratamento de uma depressão que já durava mais de uma década, e precisava de alguma coisa que me animasse.
O crochet tinha entrado na minha vida talvez um ano antes e foi o mote inicial para o arranque do blog. 
As linhas e as agulhas foram importantes na minha recuperação, mas vocês aí desse lado, que me incentivaram desde inicio fizeram maravilhas no meu ego.

A crescente paixão pelo crochet levou a que criasse mais peças do que aquelas que usava (e oferecia) e daí até à abertura de uma loja online, e participação em feiras de artesanato foi um pulinho.
Em feiras já há muito que não participo, e a loja online (tictail) fechei.
Há no entanto algumas peças que ainda continuam cá por casa, disponíveis, se tiveres interesse, podes espreitá-las aqui.

Desde que este blog nasceu, 2017 foi o ano em que menos escrevi. 
Foi também o ano em que menos "criei", e talvez por isso mesmo não me fazia sentido escrever sobre outras coisas.

Mas vida tem continuado a acontecer no Alto do Vento - já reparaste que o blog mudou de nome?

Apetece-me que me volte a apetecer escrever aqui. 
Sobre aquilo que me apetecer. 
Seja da sopa que fiz para o jantar, das flores do alpendre, dos quatro patas ou das novas agulhas que chegaram pelo correio.

Eu e a outra metade do meu Alto do Vento.
Desfocados mas felizes.

E por falar em desfocados...
O Pai Natal trouxe-me uma lente nova para a minha máquina. É motivo para me apetecer fotografar mais, certo?



Se te apetecer, continua a visitar-me.

Bom Ano




quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Para o Guilherme



A família cresceu.

Soube que vinha aí um Guilherme já a meio da gestação.

Não tive duvidas do que queria oferecer à Mamã, que é a Madrinha da Matilde - uma manta. 
Dá sempre jeito. Para a cama, para o carrinho, para a espreguiçadeira. 
Uma manta mais grossa na trama e de tamanho mais generoso, dá também para daqui a uns meses servir como tapete de brincadeiras.

Para o Guilherme, arranjei um companheiro de sonecas.



Gostam?





A arte da selfie


A arte da selfie,  naquela que já era a hora do pijama.

O momento da verdade.
Será que as ( já muitas) horas de tricot conseguem nas agulhas o tamanho certo?

O meu primeiro casaco.
O meu primeiro raglan.

So far, so good.

(também em teste uma nova app para o blogger)